
O Brasil lidera globalmente em transtornos de ansiedade, com 26,8% dos brasileiros diagnosticados, especialmente entre jovens e mulheres. O Covitel 2023 destaca a prevalência de doenças mentais e crônicas no país. O acesso ao tratamento é limitado, mas práticas como boa alimentação e exercícios são essenciais. Em situações de crise, respiração profunda e atenção plena ajudam a gerenciar a ansiedade. O SUS oferece suporte por meio da Rede de Atenção Psicossocial. E os processos terapêuticos, ofertados por profissionais de saúde mental pela rede particular também se mostram como um caminho seguro.

Números da Organização Mundial de Saúde (OMS) indicam que o Brasil é o país com o maior número de pessoas ansiosas: 9,3% da população. Há também um enorme alerta sobre a saúde mental dos brasileiros, já que uma em cada quatro pessoas no país sofrerá com algum transtorno mental ao longo da vida

Se você sente que precisa de um espaço para falar de si com liberdade, escuta e cuidado — mesmo morando fora — considere buscar um psicólogo brasileiro que atenda online. Há profissionais preparados para te acolher com técnica e coração.

Líderes religiosos adoecem — e isso precisa ser dito.
Burnout, fadiga por compaixão, solidão e sofrimento silencioso já fazem parte da rotina de muitos padres e religiosos(as). Este artigo expõe, com alguns dados e sensibilidade clínica, por que a saúde mental no clero se tornou uma urgência e como isso afeta toda a insituição religiosa.
Leia e entenda o que nunca deveria ter sido silêncio.

Somos seres do vínculo, e sem afetividade a vida — inclusive a vida consagrada — adoece. Entre olhares julgadores, medos e silêncios impostos, muitos presbíteros e religiosos têm visto sua humanidade e sua vocação se fragilizarem. Este texto é um convite a recuperar aquilo que é essencial: a capacidade de sentir, de criar vínculos e de viver uma vocação verdadeiramente humana, enraizada no Amor que nos gera e nos sustenta.
Atenção: Este site não oferece atendimento imediato a pessoas em situação de emergência. Nesse caso, ligue para o número 188 (Centro de Valorização da Vida – CVV) ou entre em contato com o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência no número 192. (SAMU).
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